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Veterinária Bicho Diferente - em São José do Rio Preto - SP

ALERTA LEISHMANIOSE

ALERTA!!!

 

Leishmaniose pode ser transmitida aos humanos e levar à morte

 

Considerada uma zoonose, isto é, que pode ser transmitida entre animais e seres humanos, a leishmaniose é causada por protozoários e, em casos mais graves, acaba levando, inclusive, à morte.

A doença pode se manifestar de duas maneiras: viceral e tegumentar (ou cutânea). A primeira forma atinge os rins, o fígado, a medula e o baço, enquanto que o segundo tipo, como o próprio nome diz, acomete a pele.

A transmissão se dá por meio da picada do mosquito-palha, também conhecido como mosquito pólvora ou birigui, que se alimenta de sangue.

Uma vez contaminado, o animal de estimação pode sofrer perda de apetite, inatividade, emagrecimento, fraqueza, perda de massa muscular, vômito, diarréia, descamações na pele, pêlos quebradiços, feridas, conhecidas como úlceras muco cutâneas, e crescimento exagerado das unhas. Outros sintomas mais técnicos podem ser detectados somente por um especialista.

Os seres humanos infectados apresentam febre prolongada, perda de peso, falta de apetite e aumento do fígado e do baço. Quando não tratada a tempo em pacientes portadores de doenças crônicas, a leishmaniose visceral registra um alto índice de mortalidade.

O diagnóstico da doença é feito através de exames de sangue para encontrar alterações no funcionamento do organismo, testes de sangue para a leishmaniose (conhecidos como sorologia) e o mais específico: a citologia. "É feita a coleta de material dos linfonodos ou da medula para identificar diretamente o agente causador".

 

Tratamento

 

Em janeiro de 2013,  o Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3) negou vigência à portaria do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) que não permitia o tratamento dos cães infectados com medicamento humano e nem importado. O acórdão veio em resposta à ação movida pela Organização Não Governamental (ONG) Abrigo dos Bichos, do Mato Grosso do Sul (MGS). Considerando que no país não existe medicamento específico para o tratamento da doença em cães, até então, os animais contaminados só tinham um destino: o sacrifício.

O tratamento inclui sessões de quimioterapia, feita por meio de medicação venal aplicada através de soro, e medicação oral. Exige o comprometimento do proprietário em seguir as orientações veterinárias à risca, com realização de checape periódico e manutenção de alimentação específica com baixo teor de proteína

 

 

O MELHOR REMÉDIO É A PREVENÇÃO!!!

 

Cuidados com o ambiente

Fazer a retirada de qualquer tipo de material orgânico como folhas, fezes de animais, entulhos e lixo, onde o mosquito possa se reproduzir.

Prevenção nos cães

Uso de repelentes,coleira própria contra a leishmaniose, vacina específica, higienização do animal e do ambiente.

Vacina

A vacina Leishtec, aliada a outros métodos preventivos, reduz a chance de contaminação do animal e enfraquece o protozoário em cães já contaminados, diminuindo a chance de transmissão.


O protocolo de vacinação é rígido e inclui a realização de um exame de sangue para comprovar que o animal é "negativo para a doença".

Em seguida, serão aplicadas três doses intervaladas da vacina.

Também exige reforço anual.

 

A CLÍNICA VETERINÁRIA BICHO DIFERENTE ® disponibiliza aos clientes os exames e vacinação necessários à prevenção e cuidados do seu melhor amigo!

Agende seu horário!

 

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